o amor é paciente, é benfazejo; não é invejoso, não é presunçoso nem se incha de orgulho; não faz nada de vergonhoso, não é interesseiro nem se encoleriza, não leva em conta o mal sofrido; não se alegra com a injustiça, mas fica alegre com a verdade.
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dá liberdade para que o outro queira estar cada vez mais perto.
eu te amo com amor de eternidade; por isso, guardo por ti tanta ternura! vou reconstruir-te, serás restaurada (...) de novo pegarás o pandeiro e sairás dançando alegremente. de novo plantarás vinhedos (...) e os mesmos que plantarem eles mesmos colherão.
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sempre vale a pena.
vosso adorno não consiste nas coisas externas, mas na personalidade que se esconde no vosso coração, marcada pela estabilidade de um espírito suave e sereno.
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
o ponto
venho de um mar revolto que não me dava descanso, um gosto de sal na garganta e uma sede, em meio a tanta água. venho cansada da luta. e a minha sede era de água e paz.
eu não procurava um pouso porque já tinha o meu próprio – que pode não ser macio nem mágico, mas tem o meu cheiro. eu procurava o que não sei. procurava parar de procurar. e já vinha desacelerando a busca, numa desistência doce.
era a paz que eu procurava. a paz que me sorri bem puro. a paz que não é tédio. que dá colo pra descansar, mas também é capaz de surpreender e fazer o coração bater forte, a circulação aumentar, o corpo se sentir vivo. a paz que atormenta. paz que é um ponto.
que é chegar em casa sorrindo. uma insônia boa. certeza que não mata. saudade que revela. que é quando a imperfeição encontra lugar confortável em nós. é sentir no outro uma semelhança macia. saber um pouco do que vai no outro, sem saber quem é o outro.
estou apaixonada por uma tempestade suave em mim.
cris guerra
eu não procurava um pouso porque já tinha o meu próprio – que pode não ser macio nem mágico, mas tem o meu cheiro. eu procurava o que não sei. procurava parar de procurar. e já vinha desacelerando a busca, numa desistência doce.
era a paz que eu procurava. a paz que me sorri bem puro. a paz que não é tédio. que dá colo pra descansar, mas também é capaz de surpreender e fazer o coração bater forte, a circulação aumentar, o corpo se sentir vivo. a paz que atormenta. paz que é um ponto.
que é chegar em casa sorrindo. uma insônia boa. certeza que não mata. saudade que revela. que é quando a imperfeição encontra lugar confortável em nós. é sentir no outro uma semelhança macia. saber um pouco do que vai no outro, sem saber quem é o outro.
estou apaixonada por uma tempestade suave em mim.
cris guerra
segredos nossos.
segura na minha mão
eu caminho com você
mas agora vai ser
tudo bem
devagar
eu caminho com você
mas agora vai ser
tudo bem
devagar
e no momento certo ele chegou. quando minhas mãos pairavam no ar, fez o que sentia. estavam todos assim, de mãos dadas. e ele me escolheu, me acolheu em suas mãos. e eu fiquei ali, toda querida, só de estar nas mãos dele.
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