“Preciso dessa emoção que os antigos chamavam de amor, quando sexo não era morte e as pessoas não tinham medo disso que fazia a gente dissolver o próprio ego no ego do outro. Preciso sim, preciso tanto. Alguém que aceite tanto meus sonos demorados quanto minhas insônias insuportáveis. E que sem dizer nada me diga o tempo inteiro alguma coisa.” –
Caio Fernando Abreu
domingo, 26 de junho de 2011
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